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Covid-19: Alternativas trabalhistas para a suspensão das aulas presenciais

16 de fevereiro de 2021

Em decorrência do grande número de casos de COVID-19 e a consequente escassez de leitos nos hospitais da cidade, o Município de Chapecó, como medida emergencial, intensificou as restrições de combate à pandemia. Entre elas a suspensão das aulas presenciais em toda a rede de ensino pública e privada, conforme Decreto Municipal nº 40.270 de 15 de fevereiro de 2021.

Em razão disso e considerando as dificuldades dos pais e responsáveis em encontrar pessoas e locais para acolhimento das crianças durante o período em que deveriam estar em atividades escolares, uma vez que os horários coincidem com o de desempenho das atividades laborativas, está sendo aventado junto aos empresários a possibilidade de flexibilização de jornada de trabalho dos colaboradores.

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Intervalo de descanso do empregado: em quais circunstâncias é permitido reduzir?

01 de fevereiro de 2021

O art. 71 da CLT dispõe que jornadas superiores a 6 horas devem ter um intervalo para repouso ou alimentação, o qual será, no mínimo, de 1 hora e, salvo acordo escrito ou contrato coletivo em contrário, não poderá exceder de 2 horas. Para o caso onde as jornadas são entre 4 horas à 6 horas diárias, a lei especifica que o intervalo deve ser de 15 minutos. Jornadas que possuem até 4 horas de trabalho diário, não possuem direito a pausa para intervalo de almoço. 

Compreendido isso, é preciso ter em mente que os intervalos de descanso não serão computados na duração do trabalho e somente poderão ser concedidos em tempo menor do que o acima descrito se observadas as condições abaixo:
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Nova prorrogação do Benefício Emergencial amplia para 240 dias o período total de Suspensão de Contrato e Redução Proporcional de Jornada

03 de novembro de 2020

No dia 14 de outubro de 2020 o Governo Federal publicou o Decreto 10.517, que prorroga por mais sessenta dias o Programa Emergencial de Manutenção de Emprego e Renda.

Este programa, instituído pela Medida Provisória 936 de 2020, e atualmente previsto na Lei 14.020 de 2020, traz a possibilidade de empregadores pactuarem com seus empregados a redução proporcional de jornada e salário ou a suspensão temporária dos contratos de trabalho, sendo que estes últimos recebem, em contrapartida, benefício emergencial, custeado e pago pela União.

Sua criação teve como objetivo a preservação de empregos e auxiliar as empresas no enfrentamento do estado de calamidade pública, tendo inicialmente o prazo de sessenta dias para suspensão dos contratos e noventa dias para redução da jornada.

Por meio dos Decretos 10.422, de 13 de julho de 2020 e 10.470, de 24 de agosto de 2020, o prazo para celebração das medidas passou a ser de 180 dias, no total.

Com a nova prorrogação, passa a ser de 240 (duzentos e quarenta) dias o prazo máximo para celebração de acordos de suspensão de contratos e redução de jornada, sendo que igual prorrogação se estende ao pagamento do benefício emergencial.

Está compreendido nesse prazo, o período em que o empregado já esteve com sua jornada de trabalho e salário proporcionalmente reduzidos, bem como com o contrato de trabalho temporariamente suspenso, em razão da Medida Provisória 936 e Lei nº 14.020 de 2020 e das prorrogações já decretadas.

Necessário observar, no entanto, que o prazo para aplicação das medidas e pagamento do respectivo benefício fica limitado à duração do estado de calamidade pública, que segundo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020, vai até 31 de dezembro de 2020.

Além disso, deve-se ter em mente que os empregados que tiverem pactuada a redução ou a suspensão de seus contratos têm garantia de emprego pelo período de vigência das medidas, e por período equivalente, a partir do término das mesmas.

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Ata notarial: o que é, para que serve e como utilizá-la?

30 de março de 2017

Ata notarial? Sim, ata notarial! Apesar de despontar nos últimos anos como um instrumento jurídico novo, a ata notarial teve seu reconhecimento em âmbito federal com a Lei nº 8.935/94 (indiretamente abordada pelo Código de Processo Civil de 1973), porém, muito antes, era admitida em estados brasileiros como atribuição dos cartórios em “relatar fatos” com autenticidade, como decorrência da fé pública do tabelião.

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